Na manha seguinte começamos nosso périplo por 3 vinicolas, a saber:
Comecamos com uma visita as 11:00h. na Laura Hartwig. Fomos recebidos pessoalmente pelo representante da Vina, que foi construída em 1994 e já tinha preparação anti-sismica. Esta Vina fica localizada nas próprias imediações da cidade de Santa Cruz, a poucos minutos de nosso hotel. Conhecemos também Renato Chisque que eh o novo enólogo da LH. Muito simpático, conversei com ele algum tempo, tirei foto (ele vem da Caliterra). Fizemos uma degustacao do Reserva e do Gran Reserva (US$27).
Dali fomos para o restaurante italiano da Vina Laura Hartwig, que fica na mesma estrada, chamado Bello Vino, localizado em frente ao vinhedo, num dia muito bonito, local de extrema beleza e de boa comida (Vera não gostou). Depois de 1 trio de carpaccio, fomos de ossobuco e papardelle com frutos do mar, acompanhados pelo Merlot Reserva da Laura Hartwig.
Depois rumamos para a estrada de Apalta, em direção a “cereja do bolo” do dia: Clos Apostolle, que produz o vinho Clos Apalta, um dos top 3 vinhos ícones chilenos. No sopé do cerro, uma bodega moderníssima, inaugurada em 2006, construida em 2004, toda pelo método de gravidade. As uvas chegam no topo da bodega de 5 andares, e a medida que vai sendo processada, vai descendo os andares, ate o subsolo onde ficam as barricas do Clos Apalta e Borobo numa sala climatizada. O nome Borobo eh em homenagem aos 3 vales franceses Bourgogne, Bordeaux e Rhone (apesar desse vinho ser top da vinícola junto com o Clos Apalta inclusive com o mesmo preço, ele foi mal avaliado pelo Descorchados)
Eles possuem vinhedos em Alto Cachapoal (passamos por eles quando visitamos Altair) e em Casablanca.
São produzidas anualmente 60.000 garrafas de Clos Apalta e 6.000 de Borobo todos feitos por gravidade, todos os anos com barricas francesas NOVAS. O ponto alto foi a degustação do Clos Apalta 2007, porem achei o vinho ainda tânico, que merece um bom tempo ainda de guarda.
Terminamos o dia visitando uma vinícola pequena chamada Lãs Ninas, moderna, que começou a produção em 1996 e teve varias cubas de aço derrubadas pelo terremoto. O interessante da Vina eh que são 7 donas, francesas, incluindo a enóloga, cujo vinho top chama-se “Tacon Alto” (Salto Alto)
A noite fomos jantar novamente no Hotel Santa Cruz, Los Varietales, que a Vera tinha gostado tanto na noite anterior.
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