Logo pela manha partimos para um galpão que conhecíamos desde 2005, que fica num quarteirão, chamado de “Antiguedades Balmaceda” ou Parque Los Reyes. Depois de horas percorrendo (varias vezes) as ruelas desse galpao, fomos almoçar porque ninguém eh de ferro. Acertei em cheio a indicação de um restaurante peruano que eu tinha: Restaurante Sol. Pra quem quer comer um ceviche e tomar um ‘leche de tigre”, nada mais fresco e abundante que este endereço. Sem falar no polvo grelhado inteiro que veio como “plato de fondo”. Uma cerveja “Cuzquena” para acompanhar o ambiente peruano, forte e encorpada.
Final da tarde fomos ao Patio Bellavista, que eh um shopping aberto de bares, restaurantes e lojinhas de artesanato, muito bonito e vale a visita de turista.
A noite, não poderíamos deixar de jantar no restaurante da Vina Miguel Torres. No ano passado, quando estive em Barcelona, dei uma rapida passada na filial desse restaurante. Agora não podia deixar de ir. Pedimos um prato de tapas variados, regados a um Cordillera Reserva Privada 2007, Carinena+Merlot+Syrah (US$30). Pedimos uma sopa de zucchini que estava uma maravilha.
O garçom nos contou que a bodega Miguel Torres que fica no Valle Del Curico, no dia do terremoto estavam a ponto de engarrafar os vinhos top e TODAS as garrafas foram destruídas, por sorte o vinho foi mantido. A mesma sorte não teve a Caliterra, que segundo ele fica ao lado, perdeu todo os vinhos top.
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